Fiães // Antero Resende visitou a cidade, acompanhado por Pedro Almeida, candidato à Assembleia Municipal

Candidato da CDU à Câmara diz ser notório “desleixo e abandono” da freguesia

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Os candidatos da CDU aos órgãos autárquicos, Antero Resende e Pedro Almeida, deslocaram-se à freguesia de Fiães, onde visitaram alguns locais, nomeadamente, a ETAR de Fiães, o passadiço das Ribeiras, o bairro social do Souto, o bairro social do Ferradal e o lugar de Soutelo.

Segundo o comunicado, a CDU entende que em todos os lugares visitados, “sem excepção”, é notório “o desleixo e abandono” por parte das entidades municipais responsáveis.

“Na ETAR (que funciona apenas a 40 por cento da sua capacidade) foi possível verificar que as suas envolvências se encontram desleixadas sem qualquer tipo de cuidado. Dando, assim, uma imagem pouco digna da zona que se arrasta desde a conclusão daquele equipamento” – dizem os comunistas, continuando “O passadiço das Ribeiras (em tempos imagem de marca de muitas campanhas) encontra-se subaproveitado e à mercê de actos de vandalismo. A conclusão deste passadiço estava prevista para 2011, pelo que leva já mais de dois anos de atraso e não se vislumbra o recomeço das obras”.

A CDU aponta ainda o dedo ao estado do bairro social do Souto, onde os candidatos “foram confrontados com irregularidades como o parque infantil ainda em areia, com situações que colocam em risco a integridade física dos habitantes, como fachadas dos prédios a ruir ou situação de perigo em que se encontra o campo de jogos”.

Já no bairro social do Ferradal, “também vítima do abandono, foi possível verificar que as infraestruturas estão a precisar de obras de melhoramento e restauro. Alguns destes equipamentos, nomeadamente no campo de jogos, estão em más condições há mais de quatro anos”.

“No lugar de Soutelo os candidatos visitaram o lavadouro público daquele local que continua ainda suportado por escoras. Esta é outra promessa que não passou das palavras. O vereador Emídio Sousa no Verão de 2010 afirmou à comunicação social que essa situação estaria resolvida até Setembro do mesmo ano, pelo que já se passaram mais de dois anos e meio e a situação mantém-se” – lê-se no comunicado da CDU.