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Autárquicas.2017

Coro das virgens ofendidas (& outros)

Num período atreito à ocorrência de episódios marcantes, não faltou quem – entre nós – se prestasse a alimentar o espírito da ‘silly season’.

 

Espanta o coro de virgens ofendidas que se alevantou por causa de umas lonas penduradas no Castelo, em suporte imagético de uma acção partidária, inserida em ambiente de pré-campanha. Acção de gosto duvidoso, concedo, mas acção legítima.

E espanta, porque os diligentes e compungidos apontadores-de-dedo em riste, parece terem saído, agora, de uma espécie de letargia notável. Apetece perguntar por onde têm andado, nestes anos todos em que o Castelo tem sido palco de festarolas-mil (com cartazes, com lonas, com bandeirolas de apoio e o diabo-a-quatro e mais cordoames e arames!) sem que alguém houvesse sentido sua indignação. Mesmo quando – como apontou a patrimonióloga feirense Débora Andrade – se tem deixado assestar golpes de lesão irreversível, causadores de “patologias da pedra”, nas paredes do Castelo; ou colocado chapolas coloridas a ‘alindar’ (?!…) as paredes dos salões, entre outras minudências de intrusão visual desatrosa.

Curiosamente – e por analogia – não me lembro de ter ouvido as carpideiras, acerca do atentado que se constitui a construção do mais recente edifício do Isvouga, na invasão da ZEP – Zona Especial de Protecção do Mercado Municipal (Monumento Classificado – Imóvel de Interesse Público). Um exemplo, entre muitos outros, que, por piedade momentânea, deixarei para outras núpcias.
Fico agora à espera de que os compungidos montem guarda à porta do nosso ex-libris maior, impedindo a realização, ali, dos Perlins, das Viagens Medievais e quejandos. Vai ser bonito, vai…

Margarida vai à Fonte…

(…não sei se ‘vai feliz pela verdura’) … Mas (pelo menos, parece) vai segura!

Há cerca de três décadas que a vida interna do Partido Socialista fogaceiro se vem prestando a uma espécie de anedotário, face às questiúnculas intermináveis (algumas das quais a roçar o ridículo). Alfredo Henriques dizia então que “o PSD nem precisa(va) de fazer campanha, porque o PS derrota(va)-se a si mesmo”. E a verdade, é que a catadupa de acontecimentos que tem marcado a vida interna do PS feirense, pouco foge a outra afirmação que esteve em voga mais de duas décadas: “Na Feira, o PS é um saco-de-gatos…” (E que o digam Costa Amorim e Strecht Monteiro, que sofreram na pele a série de traiçõezinhas interna de que foram vítimas, enquanto candidatos).

Mas adiante, que o que nos traz é a inenarrável cena de amuo protagonizada por Susana Correia e Mário Oliveira, com a sua deserção da lista de candidatos, argumentando “incompatibilidade de opiniões”, em que mais cheira a despeito pelos lugares que lhes foram disponibilizados. Ora, em primeira leitura, o que prevalece é a surpreendente capacidade de liderança entretanto revelada por Margarida Gariso, que – ancorada na legitimidade da sua nomeação – não se coibiu de romper os manuais de procedimento interno do seu PS, ao não abdicar de escolher, ela própria, a composição da lista que lidera. E por força disto, o tal amuo soa a patético e revelador dos velhos vícios de procedimento a que alguns socialistas se acostumaram, para ‘reservar’ lugares e mordomias no aparelho do partido (e não só).

Noutra perspectiva, os ainda vereadores parecem não ter percebido que, ao não admitir que o 6º lugar da lista é elegível, é o mesmo que declarar previamente a derrota. O que, há que reconhecê-lo, a candidata rejeita liminarmente, teimando em que a vitória está ao seu alcance. E assim sendo, é de admitir que, a Margarida Gariso, não restasse alternativa senão dispensar ‘pré-derrotados’…

 

Emídio Sousa e ‘a mulher de César’

Em contraponto, no seio do PSD, reina a calmaria, numa demonstração inequívoca de que a cartilha de férrea disciplina interna – que há três décadas organiza a distribuição de lugares (e benesses) aos mais fiéis seguidores (e servidores) – continua a manter as hostes felizes e satisfeitas. Percebe-se, então, que a confiança na vitória é um sentimento generalizado entre os social-democratas, do que, por vezes, afloram apontamentos de ligeireza, que poderão redundar em ‘excessos de confiança’.

É o caso da catadupa de contratos que a Câmara Municipal (com o apoio da maioria ‘laranja’ na Assembleia Municipal) tem vindo a assinar desde Julho, a pouco menos de 3 meses da data das eleições, comprometendo, inclusive, o município em períodos que extravasam, até, a duração do próximo mandato.

Claro que não há ilegalidade nem ilegitimidade factuais nos actos. Mas já o bom do Júlio dizia da sua Pompeia – antes de lhe passar ‘guia de marcha’ – que à “mulher de César lhe não basta ser séria; tem de o parecer também”…

Se há algo que o ex-treinador de futebol Emídio Sousa sabe bem, é que nenhum técnico gosta de trabalhar com regras herdadas dos antecessores. Ora, levando em conta a sapiência de um famoso filósofo do mundo ludopédico, “prognósticos, só no fim do jogo”; pelo que não viria mal a Pompeia, caso ela se recatasse mais…

 

Entretanto, em S. João de Ver…

Foi (a falta de uma singela palavrinha que tramou a candidatura do MISJV – Movimento Independente de S. João de Ver. Isso e alguma ligeireza organizativa (amadorismo, claro, porque a rapaziada não tinha um partido por detrás a organizar-lhe a coisa), o que, mesmo assim, não deixa margem para a argumentação de Filipe Oliveira, que vem queixar-se ‘da Democracia’, quando é justamente a aplicação das regras democráticas o que o impede de concorrer à sua Junta de Freguesia. Não se pode vir dizer que já havia, há longo tempo, indicações de que a sua lista “seria impugnada”, sem providenciar precato, não é?…

…porquanto, em Milheirós…

Surgiu uma candidatura independente, que diz realmente ao que vem: integrar Milheirós de Poiares em S. João da Madeira. Trata-se da primeira acção legítima e cem por cento transparente, que sem-peias nem-meias, expõe claramente objectivos secessionistas (o resto do Programa é de uma frugalidade constrangedora). Tiro-lhes o meu chapéu pela coragem demonstrada e pela forma como aceitam acatar as regras da representatividade democrática. Por mim, confesso-me ‘em pulgas’, face ao resultado que o movimento ‘Mais Milheirós’ venha a alcançar, obrigando-me, então, a retirar as devidas ilações.

 

…e ainda Em Milheirós…

O PS feirense faz história nestas eleições, ao falhar – pela primeira vez! – a candidatura a uma freguesia. Mas como se isso fosse pouco, os socialistas ainda vêm assumir o apoio a uma lista secessionista em Milheirós! Pelos vistos, não há limite para a capacidade de o PS se embrenhar em episódios de harakiri, a cada acto autárquico. Provavelmente, trata-se de uma opção estratégica ‘muito à-frente’, para a qual declaro, desde já, a minha total incapacidade perceptiva.

(Mas se isto não é o PS a despejar toda artilharia no pé, vou ali, e já venho…).

 

Atalaia

Greves (& os meus botões)

De vez em quando, a vida do cidadão comum fica virada de pernas para o ar, por causa de greves (ou simples ameaça de). Sem questionar o direito à greve (o legítimo, claro) mas  pulverizadas as regras do bom-senso, vejo com apreensão as ameaças cíclicas a que os profissionais com actividade de incidência nevrálgica na vida do País, recorrem e/ou ameaçam recorrer.

1 - No caso dos profissionais de Saúde, defendo, há muito, que – e relativamente aos médicos e enfermeiros formados no Ensino Público – o Estado estabeleça a obrigatoriedade de aceitação de destaque, em serviço, durante um determinado período de tempo. Não concebo que haja, como há, técnicos de saúde que, tendo sido formados a expensas do erário público, cheguem a preferir a inactividade, em detrimento da aceitação de um lugar num lugar recôndito do interior beirão, por exemplo, onde vive gente, que, com os seus impostos, também pagou a sua formatura.

Por maioria de razões, custa-me aceitar, não a greve, mas a argumentação coerciva com que, p.e.,  os Enfermeiros Especialistas ameaçam a tutela, apesar de avisados de que “não é legalmente possível” a suspensão da inscrição na Ordem como enfermeiro especialista “sem que haja suspensão da inscrição como enfermeiro”.

Sem pretender beliscar as legítimas pretensões daqueles técnicos de saúde, também não me parece que o recurso a um modelo ‘chantagioso’, seja a mais justa forma de luta, antes de se esgotar todos os argumentos ao seu alcance, como o da ‘greve de zelo’, argumento que ainda não ouvi no argumentário.

 

2 – Sim, acredito que os senhores magistrados são (muito) mal remunerados (se não acreditasse, só sobraria o exercício do absurdo). Mas não posso deixar de pensar que, neste país, entre aumentar as pensões miseráveis de quem sobrevive com cerca de duzentos euros por mês e reforçar o pecúlio dos magistrados, o(s) governo(s) só poderá optar pela primeira hipótese. Mas com que paz de espírito, poderá um magistrado (que usufrua de subsídio de renda de casa de mais de setecentos euros) julgar um esfomeado que roube uma perna de frango num supermercado?… Ou veja-se assim: sendo realmente verdade que a Constituição veda aos titulares de órgãos de soberania a possibilidade de fazer greve, poderá o cidadão que roubou a tal perna de frango, aceitar, pacificamente, ser julgado por quem (eventualmente) escolha não cumprir a Lei?…

Mas pronto; isto sou eu, a quem – não sendo nem enfermeiro especialista, nem médico, nem juiz – de vez em quando, me dá para ‘diálogos´ íntimos para com os meus botões…

 

Nota da Direcção

 ´A Comunicação Social e o Síndrome dos Mal-Amados’ (parte II)

 

Dado os desenvolvimentos recentes relacionados com os títulos ‘Terras da Feira’, ‘Terras Notícias’ e ‘N – Notícias’, reservamo-nos para o desenvolvimento da matéria em apreço, para a próxima edição.
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