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Uma viagem pelo nosso imaginário

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Maria João Gomes, Pedro Rodrigues, Paulo Martins e a Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira juntaram-se, no passado sábado, para um concerto no Castelo da Feira que prendeu todos à emoção que saltava de cada nota, numa noite em que se celebrou a música e os 120 anos do Correio da Feira.

Texto Daniela Castro Soares

Fotos Diana Santos

FEIRA O concerto estava marcado para as 21h30 mas ainda nem eram 21h00 e já havia mais de uma dezena de pessoas à porta do Castelo da Feira, à espera. Queriam entrar e tomar o seu lugar para o Concerto de Aranjuez de Joaquín Rodrigo, que abrilhantaria a noite do passado sábado. Com direcção do maestro Paulo Martins, Maria João Gomes como soprano e Pedro Rodrigues à guitarra, a Orquestra de Jovens de Santa Maria da Feira encheu o palco instalado na Praça de Armas, que se revelou pequena para acolher tanto público. Uma vez repletos os lugares sentados, as pessoas sentaram-se no chão ou nas muralhas, ao fundo e nas laterais, ou permaneceram de pé, o importante era estar presente.

“Quero dar-vos as boas-vindas ao Castelo”, começou a presidente da Comissão de Vigilância, Conceição Alvim, falando do “dia de festa para homenagear os 120 anos do Correio da Feira”. “Confesso que tenho laços familiares ao jornal, um dos fundadores foi o meu velho tio Soares”, recordou, agradecendo à Autarquia a “feliz ideia” da escolha do local para o concerto. Uma ideia do vereador da Cultura, Gil Ferreira, também ele guitarrista e “com um gosto especial pela peça a ser executada”. “O programa foi muito bem escolhido e vai ser um concerto bonito”, garantia Conceição Alvim, “feliz por se estar a dar vida àquelas pedras”. “Destes muros saíram cavaleiros para a batalha de S. Mamede e agora está a ser usufruído por todos para assistir a este espectáculo”, declarou. O primeiro de muitos, espera. “Temos o sonho de preencher as noites de Julho com concertos na Praça de Armas. Este é o primeiro e amanhã [domingo] teremos outro pela Academia de Música da Feira. Este ano são apenas dois mas esperemos que para o próximo sejam muitos mais”, revelou.

O administrador do Correio da Feira, Jorge de Andrade, agradeceu à Autarquia e aos “artistas que nos iriam deleitar com a sua arte mestria”. “Trazer ao Castelo as comemorações dos 120 anos do Correio da Feira é aproximar dois ex-libris”, referiu, certo de que a peça a ser apresentada “elevaria as almas” dos presentes através do “amor que o autor quis expressar”. Já o presidente da Câmara, Emídio Sousa, enalteceu o “músico de excelência que se tornou vereador de excelência”, Gil Ferreira, e o concerto de Aranjuez que “certamente nos faria voltar ao Palácio de Aranjuez”. “A Câmara quis associar-se ao CF nos seus 120 anos porque o jornal é uma referência do nosso território. Nem sempre gosto do que eles escrevem, mas os jornais não existem para nos agradar, existem para dizer a verdade e para transmitir todas as correntes de opinião, preservando a independência e rigor informativo. Sei que a imprensa vive momentos difíceis, dou os parabéns aos feirenses que têm ajudado a manter e a construir o jornal”, declarou.

Guitarra deu toque especial

E assim que o maestro e a mezzo soprano tomaram o palco, a música preencheu o espaço. Com a luz vermelha de fundo, a Orquestra uniu-se numa sintonia irrepreensível, ainda mais deslumbrante com os picos de intensidade e os diferentes ritmos dos instrumentos que se complementavam. A soprano envergava um vestido comprido com lantejoulas e uma rosa à cabeça e a sua voz, e postura, embrenhavam-se na melodia e no cenário.

Quando foi o momento de Pedro Rodrigues tocar “Aranjuez”, o som que saía da guitarra tornou-se no centro de todas as atenções. A música entrava pelo nosso imaginário, e levava-nos numa bonita viagem entre cenas de amor, histórias para crianças ou até ao campo de uma batalha épica. Pedro Rodrigues tocava, os dedos à velocidade da luz, como se fosse essa a sua função primordial: a música. Não sabíamos que a guitarra podia soar assim, ou que conseguiria prender, durante largos minutos, duas centenas de pessoas, que ouviam atentamente.

No final, todos de pé, aplaudiram efusivamente. Valeu a pena, especialmente o difícil trabalho de Pedro Rodrigues, que à última hora teve de substituir Rúben Bettencourt – que não pôde estar presente por motivos pessoais – e tendo de conciliar o estudo da obra com os dois gémeos recém-nascidos. “Esta é uma obra icónica, a peça espanhola mais tocada, é difícil para qualquer guitarrista não ter com ela uma relação privilegiada”, confessa, elogiando o espaço onde teve a oportunidade de tocá-la. “O Castelo tem uma carga cultural muito forte e uma vivência que traz magia à música, além do aconchego que proporciona. Foi muito bonito”, referiu.

Também para o maestro Paulo Martins foi “fantástico”. “Não é a primeira vez que dirijo aqui, é um sítio mítico e altamente inspirador”, afirmou, exaltando o “programa aliciante” e a “comemoração importante”. “Foi um grande momento que entrou na alma de todos. Não é algo que deixe ninguém indiferente”, garantiu, acreditando que o Castelo devia ser palco de mais concertos. “Devia ser bem explorado, de forma selectiva, mas com mais iniciativas destas”, declarou.

 

 

VOX POP

“Achei extraordinário. Iniciativas destas têm de se repetir para as pessoas se habituarem. A música não é só o que passa na rádio”

Manuela Abreu

“Foi muito bom. Gostei de tudo, do conjunto. É a primeira vez que venho cá assistir a um concerto”

Carlos Paiva

“Gostei muito. Gostei da guitarra e da voz da soprano. Gostei de tudo… Até o S. Pedro ajudou com o tempo”

Maria da Luz

“Foi muito bom. Destaco o concerto de Aranjuez. Adorei”

Catarina Amaro

“Gostei muito. Da soprano, do guitarrista… No geral, gostei de tudo. Façam isto mais vezes”

Fátima Soares

 

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