Conselho Metropolitano do Porto quer abolir portagens na CREP

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Os constantes congestionamentos no tráfego de acesso e saída à cidade do Porto proporcionaram a intenção do Conselho Metropolitano portuense em abolir, primeiramente de forma transitória, as portagens na CREP (Circular Regional Exterior do Porto). O presidente da Câmara do Porto Rui Moreira ameaça, caso não haja qualquer proposta viável a curto prazo, intervir de forma autónoma, contrariando a sugestão do presidente da Câmara de Santa Maria da Feira Emídio Sousa de envolver o Governo Central a partir do Plano Geral de Transportes.

 

Marcelo Brito*

marcelo.brito@correiodafeira.pt   

 

PORTO Na reunião do Conselho Metropolitano do Porto, realizada na sexta-feira na sede da Área Metropolitana, o presidente da Câmara Municipal de Gondomar, Marco Martins, trouxe à discussão os problemas causados pelos constantes congestionamentos no tráfego de acesso e saída à cidade do Porto.

Apesar de não estar presente, o presidente da Câmara da Maia, Silva Tiago, deixou uma carta, lida pelo presidente do Conselho, Eduardo Vítor Rodrigues, destacando a “urgência de uma nova estratégia para o modelo de reformulação do grande tráfego rodoviário metropolitano”, apontando como solução a desoneração da CREP (Circular Regional Exterior do Porto). O presidente da autarquia de Gondomar, Marco Martins, apontou que a referida estrada está muito aquém das capacidades, salientando que poderia descongestionar “o Freixo e a Arrábida, mas em particular a VCI [Via de Cintura Interna]”.

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