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‘IN MEMORIAM’

Introdução

 

A passagem do Senhor D. Florentino de Andrade e Silva pela Diocese de Faro como Bispo Residencial foi breve, apenas cinco anos, ocorrida em momentos conturbados política e socialmente. Os testemunhos de dois sacerdotes que conheceram e com D. Florentino trabalharam nessa Diocese ajudam-nos a conhecer melhor esses momentos da vida do ilustre Bispo Feirense.

 

 

Padre-Domingos-Monteiro-da-Costa

Domingos Monteiro da Costa

Nascido a 15 de Março de 1940 ordenado sacerdote a 30 de Julho de 1972

Pároco da Mexilhoeira Grande e Nossa Senhora do Amparo de Portimão

 

Pouco antes do Verão de 1973, encontrava-me eu, já ordenado Sacerdote, a concluir o 4.º ano de Teologia, em Frankfurt, Alemanha, onde fui visitado pelo P. Agostinho Ferraz que, na altura, era o director de estudos dos jovens jesuítas portugueses, que se encontravam no estrangeiro a estudar teologia. Uma das suas funções era saber das inclinações dos que se encontravam no fim da formação académica, em ordem ao destino a receber, após o regresso a Portugal. Quando abordámos o assunto, manifestei-lhe o desejo de trabalhar na Pastoral directa.

 

- Pode ir para o Algarve, onde o Sr. Bispo deseja a presença da Companhia de Jesus! – disse-me ele.

 

O Bispo de quem ele falava era, pelos vistos, o Sr. D. Florentino de Andrade e Silva, recentemente nomeado Bispo desta Diocese (a 1 de Julho de 1972).

 

Aceitei logo e propus-lhe contactar dois possíveis colegas: o P. Arsénio Castro da Silva e o P. Manuel Malvar Fonseca. Disse-lhe ainda que gostaria, se possível, de estudar Sociologia.

 

- Não há inconveniente! – respondeu. Será o tempo de esperarem uns pelos outros.

 

O P. Manuel Malvar Fonseca já se tinha decidido por Santo André, na Diocese de Beja.

 

O P. Arsénio estava já nomeado capelão militar, em Moçambique, para onde partiu, ainda nesse ano. Eu fui para o Instituto Católico de Paris estudar Ciências Sociais.

 

Entretanto deu-se o 25 de Abril e o fim da guerra colonial em Moçambique, razão pela qual o P. Arsénio regressou a Portugal mais cedo do que previsto. Isso levou-me também a deixar Paris um ano mais cedo (1975).

 

No dia 21 de Setembro de 1975, o Provincial avisou o Sr. Bispo da nossa disponibilidade em partir para o Algarve e pediu-nos para lhe telefonarmos, o que fizemos, após o almoço desse mesmo dia, na Cúria Provincial. A resposta foi a de que fôssemos ter ao Paço Episcopal.

 

Era um Domingo, aquele dia. O Reino dos Algarves era para nós, naquele tempo, praticamente, o desconhecido: era como ir pelo mundo, sem destino concreto, às ordens de Jesus Cristo; ou, para nós, Jesuítas, como ir às Índias… Vínhamos confiados ao Bispo, que, de certeza, se nos tinha pedido, saberia para onde nos enviar e o que, concretamente, esperava de nós. Se não trazíamos destino certo, muito mais surpreendidos ficámos quando ele, ao jantar, nos disse que não sabia para onde nos havia de enviar. Sugeriu hipóteses como Olhão, Tavira… Para nós, o desconhecido. Habitava-o um desejo, a cidade de Portimão, onde um nosso colega – o P. Esteves – tinha passado um ano a ver da possibilidade e da viabilidade da fundação de uma comunidade de Jesuítas, coisa que desconhecíamos. Segundo ele, a cidade estava a desenvolver-se muito e, nela, tinha a Companhia de Jesus tido, outrora, um Colégio, de 1660 a 1759, data em que foram encerrados, dada a expulsão da Companhia, de Portugal, às ordens do Marquês de Pombal. Mas – disse ele – “o Pároco local não simpatizava com a ideia, defendendo que o Algarve devia ser evangelizado por algarvios. Mas, onde estão os algarvios”? – perguntava.

 

Depois do jantar, despediu-se, dizendo-nos que ia consultar o travesseiro. No dia seguinte, durante o almoço, comunicou-nos que iríamos para Portimão. Pediu ao seu secretário que telefonasse ao pároco de Portimão e lhe dissesse que o Bispo o visitaria às 15h00 horas, na igreja.

 

O Sr. D. Florentino parecia, todo ele, de outro mundo: um asceta, um místico. A diocese do Algarve, que lhe coube pastorear em tempos tão difíceis, deve ter constituído para ele um martírio. Eram os tempos quentes da Revolução e do Verão quente, em que estávamos. Ele tinha substituído, em 1972, o Sr. D. Júlio Tavares Rebimbas, um bispo jovem, que deixara imensas saudades na Diocese do Algarve, sobretudo entre os padres mais novos; ele vinha da Diocese do Porto, que tinha “governado” como Administrador, em tempos terríveis, como foram os dos 10 anos de exílio do Sr. D. António Ferreira Gomes e daí que a sua vinda para o Algarve não fosse bem aceite por uma parte do clero, conotado que ele era de bispo “fascista”.

 

Politicamente era a convulsão, que se seguiu ao 25 de Abril, visível nas perseguições à Igreja, numa ou noutra Paróquia da diocese: como foi a ocupação selvagem de parte do passal, em Odiáxere (Lagos), para a construção de uma farmácia; ou o julgamento em tribunal popular do pároco, seguida de prisão domiciliária, durante uma semana, na Mexilhoeira Grande.

 

Religiosamente, era a “convulsão” que se seguiu ao Concílio Vaticano II que levou ao encerramento de alguns seminários e à deserção de um ou outro padre. Na altura, havia, liderado por alguns padres mais novos, o grupo CARAS; o nome e, muito mais, o significado pretendido – Cristãos Algarvios em Reflexão e Acção Social – até era simpático, mas a realidade era outra, como o pudemos comprovar numa reunião, em Armação de Pêra, para que fomos convidados, em fins de 1975. No fundo, o que movia o grupo, que já encontrámos em dissolução, não era nem a reflexão nem a acção social a partir do Evangelho, mas a contestação do Bispo. Daí que não tenha feito história nem tenha deixado marcas.

 

Eu, acabado de chegar ao Algarve, fui o “beneficiado” desta convulsão, pois fui convidado pelo Sr. D. Florentino de Andrade e Silva a substituir o pároco da Mexilhoeira Grande. E foi como pároco dela que tive a oportunidade de o conhecer melhor e de apreciar a estima que ele tinha por mim e pela Companhia de Jesus.

 

O Sr. D. Florentino era um homem humilde, como só os Santos o sabem ser. Humanamente vivia num “deserto”: uma diocese descristianizada, sem vocações, com pouco clero, muito dele não originário do Algarve, e sem grande formação académica.

 

Quando, no dia 2 de Outubro de 1975, me confiou a Paróquia da Mexilhoeira Grande, fê-lo forçado pela “prisão domiciliária” do pároco, liderada por um grupo de cidadãos, apoiados por forças ditas de esquerda, que manipulou a população, e pelo facto de não ter encontrado solução entre o clero da Vigararia de Portimão, onde a procurou. Por isso, disse-me que seria por dois meses “até encontrar substituto”. De facto, nem a Companhia de Jesus nos tinha enviado para curar Paróquias, nem ele a convidara para isso, mas para actividades que estivessem de acordo com o nosso carisma, como seria o dar Exercícios Espirituais, a pastoral de Jovens e a formação de Leigos.

 

Aqui ficam duas pequenas histórias que revelam a sua humildade. Decorridos dois meses, pediu-me para continuar. Pouco depois, convidei-o a visitar as sete escolas primárias da freguesia. Combinado o dia, pedi-lhe que falasse em cada sala 10 a 15 minutos. A princípio manteve-se bastante fiel… Depois começou a alongar-se chegando a falar mais de meia hora, numa ou noutra sala, a ponto de as crianças adormecerem, como aconteceu na escola da Senhora do Verde, o que o levou a perguntar-me:

 

- Eu estou a falar de mais, não acha?

 

- Está, Sr. Bispo! Eu recomendei-lhe que falasse apenas 10 a 15 minutos em cada sala!

 

- Tem razão, Sr. Dr. Domingos!… – Era por “doutor”, que me tratava, por mais que eu protestasse.

 

Depois da volta à freguesia, despediu-se com estas palavras: – “Como é que você, em tão pouco tempo, descobriu a África, no Algarve?”

 

Aqui fica outro caso que manifesta a naturalidade com que lidávamos um com o outro. Em 16 de Maio de 1976, houve Crismas na Paróquia. Dado o que se tinha passado com a expulsão do meu antecessor e dada a perseguição que, na altura, me era feita, escrevi-lhe antes e enviei-lhe os textos para a Liturgia da Palavra da Missa, propondo-lhe que, na homilia, apelasse para a comunhão entre todos os Paroquianos e destes com o Pároco

 

Quando chegou, perguntei-lhe se tinha recebido os textos e se tinha preparado a homilia, de acordo com a minha recomendação. Com uma certa ironia, diz-me ele:

 

- Há tantos anos que sou Bispo e nunca nenhum Padre se atreveu a dar-me sugestões para as homilias!

 

- Mas, nesta freguesia, tendo acontecido o que aconteceu, é de toda a conveniência, Sr. Bispo!

 

Outra pobreza desta Diocese era a escassez de Comunidades de Vida Consagrada. No curto espaço de tempo em que foi Bispo – de 1972 a 1977 – conseguiu trazer para o Algarve seis Comunidades religiosas: os Padres Jesuítas (1975); os Padres Espiritanos (1975); os Padres Claretianos (1976); e quanto a Congregações femininas: a Congregação da Divina Providência e Sagrada Família (1975); a Congregação das Doroteias (1975); as Carmelitas Descalças (1976).

 

Ele tinha, de facto, um grande apreço pela Vida Consagrada, concretamente pela vida contemplativa, como o demonstra a fundação e a construção do Mosteiro do Carmelo do Patacão, creio que totalmente subsidiada pela Diocese católica alemã de Colónia.

 

Era de uma atenção espantosa para com estas Comunidades, visitando-as ou deixando um cartão debaixo da porta, sempre que visitava ou passava pelas terras onde elas se encontravam. Fazia-o, pelo menos, connosco, Jesuítas, e com as Irmãs Doroteias, em Portimão.

 

Não tendo nós, Jesuítas, na altura, grande possibilidade de sobrevivência a nível económico, o meu colega P. Arsénio Castro da Silva empregou-se na lota, como descarregador de peixe. Quando o Sr. Bispo o soube, não esperou muito tempo para o visitar na própria lota, passando a visitá-lo, sempre que passava por Portimão, para espanto de trabalhadores e patrões, ainda que, interiormente, pudesse não estar muito de acordo com a decisão do meu colega.

 

Depois de deixar o Algarve – em 1977, com apenas 62 anos de idade e cinco de presença na diocese – recolheu-se às Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, em Fontiscos, Santo Tirso, onde o visitei, pouco tempo depois de ele ter deixado o Algarve. Recebeu-me com grande amabilidade e muito se alegrou com o que lhe contei da transformação que estava a ocorrer na Paróquia, depois das turbulências por que ela tinha passado e pelas passas que lhe tinha feito passar a ele – e a mim. É com saudade que recordo o Sr. D. Florentino de Andrade e Silva, no 1.º centenário do seu nascimento! Para além de ter sido o primeiro Bispo que conheci na diocese, é a ele que se fica a dever o regresso da Companhia de Jesus ao Algarve, depois de um longo “exílio” de 216 anos.

 

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José Manuel Fernandes Águas

Nascido a 14 de Agosto de 1944, ordenado sacerdote a 29 de Outubro de 1972

Pároco de Monchique, Alferce e Marmelete

 

 

Dom Florentino no Algarve

 

No final de Junho de 1972, fora eu ordenado de diácono por D. Júlio Tavares Rebimbas.

 

Entretanto, D. Júlio é nomeado para Lisboa como arcebispo de Mitilene e auxiliar do patriarcado.

 

Ao Porto, onde D. Florentino Andrade e Silva era administrador apostólico, chega do exílio o bispo residencial D. António Ferreira Gomes.

 

Ora estando a diocese do Algarve sem bispo, a solução encontrada foi nomear D. Florentino para o Algarve.

 

Deste modo se proveu a diocese de bispo e, ao mesmo tempo, foi dada a possibilidade de D. Florentino ser bispo residencial.

 

Como todo o processo da minha ordenação de presbítero já estava aprontado, após a entrada de D. Florentino, eu e os padres do seminário de Faro (trabalhava eu nessa altura no seminário) falamos com o novo bispo, e a minha ordenação ficou agendada para Silves, minha terra natal, para o dia 29 de Outubro de 1972.

 

Nesse ano, ainda fiquei a trabalhar no seminário, mas no ano seguinte fui nomeado para pároco do Algoz.

 

Era homem afável e de nobreza de trato com os sacerdotes e as demais pessoas, mas permaneceu sempre longe e distante dos padres.

 

Creio que nunca se adaptou a esta Igreja do sul nem às realidades do Algarve, e carregou sempre consigo todos os problemas trazidos da diocese do Porto. Também os dois sacerdotes trazidos do Porto, sobretudo o P. Cardoso, contribuíram muito para o seu isolamento e afastamento dos padres e do comum das pessoas.

 

Acresce que passado um ano, e pouco depois de vir para o Algarve, aconteceu o 25 de Abril, tornando mais difícil a sua estadia por cá.

 

Foi tempo de muita contestação e no seu governo fechou o seminário de Faro.

 

Com a saída de D. Júlio, saiu também o P. Virgílio, seu secretário, e o P. Carrilho, vigário para a pastoral, e que presentemente é o Bispo do Funchal.

 

Os dois eram os grandes impulsionadores da renovação da Igreja do Algarve, após o Concílio Vaticano II.

 

Com todas estas condicionantes, o seu governo foi discreto, de estagnação e de certo modo de transição.

 

Foram anos difíceis os anos de governo de D. Florentino no Algarve.

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