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Direito de Resposta ao Artigo “Que futuro tem o ensino superior no concelho da Feira?”

Na sequência do artigo publicado no Correio da Feira de 12 de setembro, da autoria de Vítor Martins, em nome do Gabinete de Comunicação do CDS Feira, vem o ISVOUGA por este meio, sobretudo, tentar diluir perceções ou atenuar “eventuais danos colaterais” que possam ter resultado das incorretas interpretações de dados, dada a forma descontextualizada com que são feitas, pelo acima identificado autor.
Antes de mais, lamentamos, pois, que não tenha havido a preocupação de se solicitar apoio na interpretação dos números apresentados, pois ter-se-ia feito o respetivo enquadramento. Da forma como se fazem constar (comparação entre anos letivos em que os cursos, ora se apresentavam com planos de transição, ora com planos curriculares ditos “normais”, com a atual duração de 3 anos, ditada pelo conhecido paradigma de Bolonha) é comparar o incomparável. Além de que, na sequência da disponibilização do designado Regime Livre, os estudantes sem efetivação de matrícula (não contabilizados na fonte da informação adotada) atingem números consideráveis.
Suscita igualmente considerável perplexidade, quer a ausência de sensibilidade relativa ao momento escolhido para se emitir este “alerta”…. ou seja o período de candidaturas, nas duas instituições mencionadas, às licenciaturas, CTeSP e mestrado (no caso do ISVOUGA), quer o conteúdo do artigo em si, enquanto potencial influenciador de opinião pública no sentido de gerar dúvidas e inseguranças, relativas a uma instituição que face ao adverso contexto (isso sim, real): de crise económica e envelhecimento demográfico, tem crescido nas suas ofertas em licenciatura, que tem cinco cursos de TeSP autorizados, reconhecidos pela sua relevância para o tecido empresarial e setor de serviços, pelo IEFP, ANQEP e DGES, e um mestrado em gestão de empresas que arrancou no passado dia 15, para além de uma forte dinâmica com o tecido empresarial, projetos de investigação aplicada em curso e formação contínua, nas mais diversas áreas do mercado de trabalho, ou seja pleno de oferta, de dinâmica e de… alunos, felizmente. E o processo de candidaturas em curso é prova disso…
Releve-se ainda que após cerca de duas décadas de incentivo à iniciativa privada, no âmbito do ensino superior, sobretudo ao nível local e regional, na sequência do que terão surgido as duas instituições visadas pelo artigo, o Estado abriu dezenas de institutos politécnicos fora da orla litoral (curiosamente já num contexto de quebra demográfica), autorizou o funcionamento de novas universidades e centenas de novos cursos, encontrando-se agora a travar todo e qualquer processo nesse sentido, pois os estragos do ciclo anterior estão à vista, o que atesta, a nosso ver, que se o ISVOUGA “passa” neste pesado escrutínio e lhe são autorizadas novas licenciaturas e um mestrado é porque a solidez e credibilidade pedagógica, científica e financeira superam os requisitos desse duro teste. Esta é a realidade do ISVOUGA. Quanto ao ISPAB, sabemos apenas que somos realidades diferentes, como o será o CDS e outro qualquer partido que em comum terão o superior objetivo de conseguir melhor qualidade de vida para os portugueses.
Quanto às saídas profissionais; ao ingresso no mercado de trabalho, por parte dos nossos alunos e diplomados, a satisfação é considerável conforme se pode verificar a partir dos resultados dos estudos obtidos, entre agosto e setembro deste ano, e a que fazemos alusão coincidentemente na edição do jornal de 12 de setembro do CF e noutros órgãos de comunicação social. Os ganhos dos estudantes e diplomados com o investimento nas suas licenciaturas no ISVOUGA são muito positivos e aos mais diversos níveis. As empresas corroboram estes dados e perceções, revelando-se muito satisfeitas com os desempenhos dos estagiários e dos colaboradores que realizaram as suas licenciaturas na instituição. Esta informação pode ser consultada, na íntegra, em: www.isvouga.pt
Deixem-nos, pois, ajudar os jovens, outros públicos e as empresas a chegar mais longe. Obrigada.

Maria Teresa de Carvalho Leão,
Diretora do ISVOUGA (Instituto Superior de Entre Douro e Vouga)

 

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