“Um guarda-chuva ou uma prancha de surf de cortiça já são uma realidade”

 

Criada em 1995 pelo sueco Sven Ake e pelo português Américo Espírito Santo, a Corticeira Viking produz, quase na totalidade, para o mercado estrangeiro. Preza pela qualidade da matéria-prima e arrisca na produção de produtos corticeiros inovadores.

Texto Marcelo Brito*

Fotos Diana Santos

RIO MEÃO A Corticeira Viking nasceu de uma parceria entre o sueco Sven Ake e o português Américo Espírito Santo, ou como é conhecido, Américo Cita. O seu filho, Renato Espírito Santo, conta que “surgiu a ideia de fazerem uma parceria e criarem a Corticeira Viking para dedicarem-se a produtos diferentes, que não rolhas”. “Começou com a vertente comercial de comprar, mandar fazer e vender. Foi evoluindo e agora já temos produção própria”, conta o jovem que é também diretor-financeiro da Viking, empresa instalada na Zona Industrial de Rio Meão, mas não desde o início. “Há três anos comprámos o armazém ao lado e instalámos a unidade produtiva”, recorda. Ainda assim, nem tudo é feito dentro das instalações da Viking. “Há coisas que mandamos fazer fora, mas muitas coisas já são feitas cá”, admite.

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