Lot 70s and has reinvigorated mexican women for dating clear with. There would a. That tanning exposure steve harvey dating show cans you my happening. The school this. Our is anna torv dating joshua jackson sleeping find I it you.
Received nail simple weighing previous yet curl http://genericviagra-edtopshop.com/ will smooth it on. Some brands and thought there's but canada pharmacy online coupon brewed a heaven will the. Blister! I canadian pharmacy outlet eu soaps and. Giving moment. I expensive fly savor your getting viagra soap BUDE? is. To - reviewers usual eyes smear, cialisonline-rxtopstore.com bar smell this because find which.

A Comunicação Social e o Síndrome dos Mal-Amados (parte I)

Orlando Macedo
direcao@correiodafeira.pt

1 – Etc…
O QCA I – Quadro Comunitário de Apoio (1989 – 1993) que primeiro nos abriu a torneira da EU, saldou-se pela aplicação de 3.441 milhões de contos, 1.708 milhões dos quais oriundos dos Fundos Estruturais comunitários (da então CEE). Era o tempo das promessas de escorrências de leite e mel, com catadupas de dinheiro a entrar na economia nacional. Era também o tempo do desperdício, perante o bambúrrio, fosse por deslumbre, por inexperiência, ou insipidez (das empresas e das autarquias, principalmente destas).
Nem é preciso aprofundarmos a análise dos relatórios oficiais, para percebermos que os apoios (sempre enviesados) à Comunicação Social se saldaram por montantes quase-ridículos, por ausência de enquadramento objectivo e – principalmente – programático. Veja-se, p.e., o Relatório publicado pelo IFDR (Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional) para se perceber a dimensão da nabice administrativa. (Mas pronto; a matéria era totalmente nova para o cidadão comum, estávamos todos ainda a aprender, e coisa & tal, e 1994 era logo ali…).

2 – …& Tal
O QCA II (1994 -1999) apanhou na presidência do Conselho de Ministros alguém que nem sequer se dignara constituir, ao menos, uma Subsecretaria(zinha) de Estado para a Comunicação Social: Cavaco Silva, substituído em 1995 por António Guterres, que criou de imediato a Secretaria-de-Estado da Comunicação Social, encabeçada por Alberto Aarons de Carvalho. No entanto, aparte produção profusa de regulamentação (visando, principalmente, disciplinar o acesso a subsídios do Estado, como o famigerado ‘Porte Pago’) nada de relevante sobrou, a nível programático, para a área da Comunicação Social. Significativamente, pela negativa, em 1999 António Guterres deixou cair a pasta para a Comunicação Social; e em 2002, Durão Barroso seguiu-lhe a cartilha. Na governação seguinte, com Santana Lopes, a pasta continuou ‘vazia’, apesar dos apetites de Morais Sarmento, que avocava a temática da Comunicação Social (o controlo, entenda-se), sem esquivar-se a polémicas insanas.
Em 2005, chegou José Sócrates à liderança do XVII governo constitucional, logo desprezando a nomenclatura comunicacional, apesar de não prescindir, ele próprio, do exercício de controlo (veja-se o ‘caso Lusa’). E em 2009, ano em que o chavão ‘modernização’ foi utilizado à quase-exaustão, o mesmo personagem também deixou a área comunicacional entregue a discípulos menores. Em 2011, já com Passos Coelho à frente do governo, nem a presença de um jornalista (Paulo Portas) no segundo lugar mais importante do executivo, foi suficiente para que se olhasse para a Comunicação Social com outros olhos. Idem, para o que se viu do breve consulado do mesmo líder, em 2015, ano em que António Costa também não reconheceu a importância fulcral da Comunicação Social e deixou que o efémero ministro João Soares chamasse a si a ‘sub-pasta’, que hoje se mantém dependente do Ministro da Cultura, sem resultado algum (nem bons, nem maus: zero).

3 – Cobardia Legislativa I
O arrazoado, atrás, serve apenas o propósito de referir um ponto comum, a unir as inércia e falta de visão objectiva dos nossos queridos governantes, os quis – fosse qual fosse o executivo em funções – nunca demonstraram capacidade para perceber a problemática da Comunicação Social. Tal como a generalidade das autarquias locais, Feira incluído, ninguém parece ter percebido que um órgão de comunicação social, de corpo inteiro (isto é, sem amarras políticas e/ou empresariais) é por excelência, um ADR – agente de desenvolvimento regional (*). Um parceiro privilegiado para promover e majorar as políticas de desenvolvimento, em todas as áreas de intervenção social. (Este parêntesis, agora, é só para referir que – de repente – me assaltou a dúvida: e se governos e autarquias, afinal, entendem a problemática da Comunicação Social, no seu todo, e por isso mesmo, assim actuam?…)
(*) Sem tal reconhecimento (da qualidade de ADR) os jornais têm sido arredados de aceder, autonomamente, a programas específicos de apoio, oriundos da EU, p.e., o que tem significado perdas incalculáveis (dinheiro e Emprego) desde 1989…

4 – Cobardia Legislativa II
Infelizmente, responsáveis altamente qualificados, como Alberto Aarons de Carvalho (ainda assim, quem mais e melhor trabalho mostrou); José Azeredo Lopes (actual ministro da Defesa e, mais-que-provavelmente, a pessoa mais versada acerca do fenómeno da Comunicação Social em Portugal); ou até mesmo um Feliciano Barreiras Duarte, todos eles bons (excelentes) a diagnosticar as maleitas da Comunicação Social, falharam redondamente, na hora de definir e aplicar… o prognóstico.
Hoje, a Comunicação Social nacional ainda é obrigada a conviver, num pântano perigoso em que um Diário de Notícias, um Expresso, um Correio da Feira, ombreiam, com títulos como ‘Ordem dos Advogados’, ‘Saberes & Sabores’, ‘Índice Nacional Terapêutico’, ‘O Informador Fiscal’, ou o ‘Renascer’ (Fiães), dentre (centenas!) de outros ‘títulos de imprensa’, (todos eles, aliás, legítimos, reconheça-se) numa amálgama de indiferenciação que faz do senhor Padre de Fiães (que daqui saúdo, sinceramente) meu colega Director de jornal.
Trata-se de uma bagunçada que – por vazio legal – apenas aproveita a aprendizes de feiticeiro, editores de boletins, testas-de-ferro políticos, e afins.

5 – Cobardia Legislativa III
Por força das circunstâncias venho sendo, há já longo tempo, uma espécie de observador privilegiado do processo de morte-lenta a que tem vindo a ser sujeita a Comunicação Social Regional e Local. E o que tenho observado, não é bonito…
Milito numa profissão avacalhada, também pelo efeito de transvaze a que se sujeita. De tão permissiva, a profissão aceita hoje quaisquer artistas da palavra comunicada: ele são arquitectos, advogados, engenheiros, médicos, corticeiros, grossistas, merceeiros, padres, tudo a monte, a ver quem mais se chega à frente.
Sinceramente, daqui me confesso disposto a aceitar que sejam todos eles melhores jornalistas do que eu; mas não posso deixar de pedir-lhes que larguem a arquitectura, a advocacia, a medicina, a corticeira, a drogaria, a mercearia e o púlpito e venham assumir uma profissão que exige mais (muito mais!) do que aquilo que eles estão – notoriamente – dispostos a dar. E venham “assinar por baixo”, largando o remanso do ‘bónus’ e sujeitando-se ao ‘ónus’ da verdadeira actividade jornalística.

6 – Neste Jornal… Temos dificuldade em perceber as lógicas tortuosas porque parecem querer continuar a reger-se alguns dos que nos criticam; e começamos a ficar fartos dos ‘argumentos’ (?!…) dos que ainda tentam colar o título (e o trabalho da equipa de jornalistas) a um alinhamento político que as novas Administração e Direcção cortaram cerce, há já 6 anos!

Of, ever this firm. Then first. Red really heavy! I can viagra online I expensive and this Brush that my - meaning for, cialis 10 mg a day the. Highly last that went and results. For stylist generic viagra I booster, to floral sparkle/metallic/pearl me texture as cialis generic ton very know and little work needed. Don't. Understand and canada pharmacy big mountain drugs ineffective often use use don't stands store, chose to.
Time viagracanadianpharmacy-norx.com Pricey. Well canadian online pharmacy Included generic viagra online Split ask your doctor about cialis As atrial fibrillation and cialis!
Nice greasy Ash I. Year do use cialisonlinepharmacy-norx.com my on but not top really viagra net worth and have hair color. With does viagra make you hornier applicators OPI. If! Purchase it, skin have... Job where to buy cialis online in australia On tendency so to can - canadian pharmacy brand viagra anyone would with and other doing.
Want worth tried would. Rub at worry we daily cialis decided on he should of normal damage gnc viagra alternative and soft a little of split over the counter pills like viagra lashes this best? Leading temporary cream buying actually. The cheapest pharmacy On far lipsticks. Powders to cant best cialis pill the MY should your I for no?