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“A minha inspiração para as fotos são as emoções”

Nelson Costa

Aos 29 anos, Filipe Santos é já um nome incontornável no panorama nacional e europeu da fotografia de casamentos. Com loja em Lourosa, retrata, como poucos, um dos dias mais importantes dos casais, fazendo uso de uma singularidade e emotividade ímpares. Vários prémios internacionais depois, garante que é movido, muito mais, pelo prazer da fotografia.

Tabuleiro inferior da Ponte D. Luís I, Porto. Início de tarde fresca, mas soalheira. É este o local e a hora escolhida por Filipe Santos para iniciar mais uma sessão de solteiros. O casamento será uma semana depois. A interacção começa de forma formal, com o acerto de pormenores para o dia do casamento — é também deste modo que terminará. A partir daqui a formalidade vai-se esvanecendo até praticamente não existir. Às primeiras fotos, a interacção aumenta e passa a ser uma constante. Filipe Santos fala com os noivos, mostra-lhes as fotos que vai tirando, consegue sacar-lhes gargalhadas espontâneas e é aqui que o fotógrafo encontra a inspiração, nas emoções do casal. Depois é “só” encontrar o enquadramento perfeito, seja ele com o casal a dançar no meio da Ribeira do Porto, ao som de um artista de rua, seja captar o beijo do casal no meio de um cenário adornado por dois malabaristas. Quanto mais imprevisível for, melhor. Assim é Filipe Santos. Gosta de captar momentos de um casamento como se estivesse a contar histórias a partir da imagem, através de fuga aos estereótipos.
A sessão de solteiros serve precisamente para o fotógrafo conhecer os noivos, saber até onde pode ir, para no dia de casamento tudo correr bem. “Tento, nestas sessões [solteiro], que haja o máximo de interacção possível entre mim e os noivos, até para eu perceber até onde posso ir com cada casal. Há casais que gostam que o fotógrafo seja muito discreto, que é como eu prefiro, mas também sei que há casais que precisam que o fotógrafo intervenha, em algumas situações, porque se sentem desprotegidos no dia do casamento [não conhecem o protocolo]. Se eles se sentirem à vontade para me perguntar, penso que lhes dá algum conforto”, explica, prosseguindo: “Até porque este é o nosso trabalho, fazemos isto todos os fins-de-semana. A sessão de solteiros é muito importante para isso. Actualmente, são poucos os casamentos que faço sem haver, primeiro, a sessão de solteiros. Faço questão de o fazer. É a chave para no dia tudo correr bem e eu saber o que os noivos pretendem. Quando chego ao casamento já sei qual a linguagem dos noivos”.
Por estes dias, quando um casal procura Filipe Santos e a sua equipa para fotografar o seu casamento, já sabe que não vai contratar um fotógrafo de casamentos tradicional. Filipe Santos gosta de arriscar, de inovar, mas desengane-se quem pensa que algumas das fotos tradicionais não farão parte da sessão. “Sei que há tradições que fazem parte de qualquer casamento e que têm de ser feitas. Ou seja, as fotos que são feitas para os noivos, como a sessão de solteiros, sessões pós-casados (se houver) ou as fotos dos dois, devem retratar ao máximo a cumplicidade entre eles e a história de amor. Já aquelas fotos como, por exemplo, a foto à saída do altar quando acabam de casar fazem parte da tradição”, afirma, sem deixar de justificar. “Os pais vão ter todo o gosto de as ter, se calhar é essa foto que vai para a moldura de casa. É uma foto importante na mesma, apesar de eu tentar fazer tudo o mais diferente possível. Faz parte do meu trabalho e as pessoas estão a contar com essa foto. Agora, não é essa foto que vai contar a história de amor deles ou como é que eles se estavam a sentir no dia”, conclui.
O fotógrafo admite que essas fotos tradicionais fazem parte dos pedidos mais comuns dos seus clientes — que hoje já extravasam as fronteiras, havendo mesmo casais estrangeiros que vêm a Portugal casar a contratar os serviços de Filipe Santos — por questões familiares, mas orgulha-se ao perceber que, mesmo assim, quem o procura já o faz para ter fotografias de casamento diferentes. “Sobretudo no último ano, os noivos passaram a procurar-me pelo tipo de trabalho que faço. Isso para mim ainda é mais enriquecedor, porque as pessoas vêm à procura do que eu quero e gosto de fazer”, diz. Na sua fotografia, Filipe Santos gosta de contar uma história personalizada de cada casal, retirando o máximo de emoções possíveis. “Acima de tudo, tento que os meus álbuns contem uma história, a história de cada casal. É o meu primeiro objectivo”, explica. Mesmo no local escolhido para as sessões esse objectivo é tido em conta. “Pretendo, cada vez mais, que os locais escolhidos para as sessões tenham enquadramento com a história dos noivos, ou seja, um sítio giro dentro da história deles, onde costumem sair, onde se conheceram, onde deram o primeiro beijo, onde gostem de jantar, por exemplo”, explica. Filipe Santos capta as emoções que brotam com maior facilidade dada a cumplicidade entre casal e o enquadramento escolhido. Filipe Santos garante que é na fotografia de casamentos que se sente realizado. “A fotografia de casamento é, sem dúvida, o que mais gosto de fazer. Especialmente aquelas situações espontâneas, que não estou a contar. Penso que são essas fotos que mais vão ficar na memória do casal, que vão ter mais impacto. Se for uma fotografia já programada, já sabem o que vai acontecer. Se for algo que não estão à espera, nunca mais se vão esquecer. Na própria foto vai estar retratada a emoção daquele momento. A minha inspiração para as fotos são precisamente as emoções”, conclui.

Cedo começou e cedo impressionou
Ainda com loja na Rua Central, em Lourosa, Filipe Santos começou a fotografar ainda muito jovem, mas o impacto no mundo da fotografia não demorou a surgir. “Comecei a fotografar aos 19 anos de uma maneira muito tradicional. Com o passar do tempo comecei a não gostar de fazer o tradicional e a achar que tinha de ser como me sentia bem. Se ser fotógrafo de casamento implica muita coisa a nível pessoal, como perder os fins-de-semana, não estar tão disponível para a família, se estava a perder isso tudo então tinha que me sentir feliz, tinha que fazer a fotografia de uma forma de que eu gostasse mesmo. Neste momento, sinto que é mesmo assim que eu gosto, consigo fazer pelo prazer. Trabalho à procura da descoberta de coisas novas, de aventuras”, garante.
Os prémios internacionais — como o World Wedding Photo 2013 — começaram a surgir e com eles aumentou a responsabilidade. “Os prémios trouxeram oportunidades, mas também responsabilidades. A expectativa ficou muito mais alta. Agora é mais difícil surpreender, porque as pessoas já estão à espera que seja diferente, mas para mim é desafio”, afirma. As suas fotos premiadas (um casal a beijar-se debaixo do mar e a noiva no bosque) catapultaram-no para a ribalta, mas, para o fotógrafo, nem são as suas melhores fotos. “São aquelas que tiveram mais impacto na altura, que as pessoas continuam a reconhecer. Já fiz melhores depois ou pelo menos mais divertidas e mais reais”, refere. Admite que já foi sua ambição alcançar prémios, mas hoje a sua motivação é bem diferente. “Já pensei mais na ideia de ganhar prémios, agora não o procuro. Procuro, sim, a foto que os noivos gostem e que seja, simultaneamente, diferente. Não quero que aconteça um momento giro para ganhar um prémio, quero que aconteça porque eu quero vivê-lo e captá-lo através da minha lente. Se der prémios melhor”, assegura.
Os portugueses Miguel Araújo e Nélson Marques são alguns dos fotógrafos que admira, deixando vincado o elogio ao fotógrafo, em geral, e ao fotógrafo português, em particular. “Quando se temia que a fotografia profissional fosse acabar, surgiu a crise e os fotógrafos conseguiram reinventar-se e mostrar coisas diferentes. Os fotógrafos nacionais tiveram muito mérito nisso. No geral, melhorou muito a qualidade e tornou-se imprescindível. As pessoas sabem que podem tirar a foto com o telemóvel e passados cinco minutos podem colocar nas redes sociais, mas sabem que a foto de um profissional vai ser muito melhor. Nesse sentido, a fotografia e os fotógrafos são um exemplo de adaptação aos novos meios de comunicação”, conclui.

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