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Reportagem

Namorados para sempre

DSC09380Rui Santos e Sandra Silva já não são jovens mas esta é, para eles, uma vantagem no que toca ao casamento que se avizinha. Com mais “maturidade”, souberam planear “com cabeça” uma festa que é deles, mas também de quem os acompanha nesta nova fase. A personalização foi chave nesta boda que gira à volta do lenço dos namorados.

Daniela Castro Soares
daniela.soares@correiodafeira.pt

ARGONCILHE Já se conheciam há muitos anos, mas o clique só se deu quando Rui Santos ficou desempregado e começou a apresentar-se semanalmente na Junta de Freguesia de Argoncilhe, onde Sandra Silva trabalha. Os olhares e sorrisos trocados levaram a um convite para tomar café e daí ao pedido de namoro não demorou muito tempo. “A 2 de Abril oficializamos”, diz Rui Santos.
E a data ficou, para o casamento, que despoletou com um pedido à moda antiga. “Ofereci-lhe um anel, fui a casa do avô, pedi a mão dela e depois pus-me de joelhos e pedi à Sandra para casar comigo”, conta o noivo. Um gesto inesperado. “Eu só me ria”, revela Sandra Silva, que considerou o “pedir a mão” uma “questão de respeito porque foi o avô que a criou”. “Ele ficou muito feliz por o Rui ter tido aquela atitude. Ficou emocionado”, descreve.
Mas antes da boda, havia algo essencial a tratar. “Primeiro, compramos a casa. A independência era fulcral, não íamos nem para casa de um nem do outro. Era a regra de ouro”, salienta Rui Santos. Foi um Verão inteiro a trabalhar na casa. “Organizamos, pintamos, envernizamos, pusemos o papel de parede, compramos electrodomésticos, mobília”, enumera Sandra Silva.

Quinta foi o primeiro passo
Concluída a casa, partiram para a organização do casamento. O primeiro passo foi a quinta que era fulcral ter um bom serviço. “É das nossas preocupações, que não falhe nada. É a nossa festa mas é uma festa que oferecemos aos convidados. Queremos que as pessoas se sintam bem. É um dia que demora muito a preparar, mas vai passar rápido. Queremos que tudo esteja perfeito”, diz a noiva. Escolheram uma “quinta pequenina e agradável” que tinha sido o local do casamento da irmã de Sandra Silva. “É perto e esse era um dos principais aspectos: não deslocar as pessoas para muito longe, especialmente as pessoas de idade. Para elas, ir a um casamento no Porto ou em Vila Nova de Famalicão é difícil. Ficam mais reticentes”, explica.
E não tiveram grandes dificuldades com a data. “Fazíamos questão que fosse no dia 2 de Abril e diziam-nos “Ninguém casa a 2 de Abril, está frio, chuva”. Mas assim não tivemos problemas, nos meses de Verão é mais problemático, há muita procura. Chega a haver pessoas que deixam marcado de um ano para o outro”, diz Sandra Silva.

Pormenores feitos pela noiva
A noiva empenha-se ao máximo em concretizar o dia que sempre sonhou. “Vamos oferecer aos convidados a fotografia que tiramos com eles, para não os obrigar a andar depois atrás das fotos, vamos ter aqueles adereços do photobook (chapéu, bigodes), dá para fazer coisas engraçadas, tornam o casamento mais acolhedor”, descreve. E as crianças não foram esquecidas. “Vamos ter mais de 20 crianças, de várias idades, e por isso um dos aspectos importantes era a animação infantil. Os pais ficam mais sossegados com os filhos entretidos a fazer pinturas faciais, com balões”, assegura a noiva, que também se preocupou com a segurança. “O grupo que gere esta quinta, tem outra, mas essa tinha piscina e isso foi um factor de exclusão. Não tinha vedação, os miúdos podiam ir para lá”, explica. Mas há mais animação, para os adultos. “Vamos ter um coreógrafo”, diz Rui Santos. “É importante não haver tempos mortos, pôr música para as pessoas se divertirem, ter um ambiente de festa. É chato quando vamos a um casamento e é só grupinhos, não há interacção, dança”, acrescenta Sandra Silva.
Um casamento planeado até ao mais ínfimo pormenor e que gira à volta de um tema: o lenço dos namorados. “Acho romântico, tem versos, gosto muito de poemas. Liga bem connosco e dá para fazer coisas giras num casamento, tem muita cor, dá para personalizar”, explica a noiva. E personalizar é a palavra de ordem. “Tudo o que possamos fazer, fazemos nós. Os convites, os brindes, tudo passou pela minha mão”, garante. Os convites foram bordados, cerca de 60, feitos à mão, e a lembrança para os convidados é “algo útil”. “As lembranças são personalizadas mas são velas, incensos, charutos, coisas que guardamos na gaveta. Queremos oferecer algo que dê para o dia-a-dia, que as pessoas possam usar”, diz. Mesmo a indumentária segue a temática. “Os sapatos são da colecção “Namorar Portugal”, vou levar um lenço dos namorados no meu ramo e vou levar uns brincos de Viana”, descreve. Até a decoração da quinta. “As mesas não vão ser numeradas, mas sim com palavras usuais dos lenços: coração, bondade, amizade”, diz. E o bolo de casamento, que será personalizado com os versos. “A tradição é rica. Vai ser romântico”, refere.

Partilha de experiências
Muitas das ideias vêm da partilha de experiências. “Junto-me a grupos no facebook como “Noivas 2015/2016” que engloba noivas que já casaram e que vão casar”, diz Sandra Silva. No grupo, encontrou quem já se tivesse inspirado no lenço dos namorados. “O tema não é novidade, mas cada uma trabalha à sua maneira. Uma noiva que casou no ano passado ofereceu um sabonete artesanal de lembrança com papel personalizado com o tema”, afirma.
Trocam ideias e essa “partilha é importante”. “Por exemplo, a parte dos missais. Perguntei se alguém tinha um modelo em formato Word ou PDF que pudesse enviar para ver e comparar. Tudo o que eu faço tiro fotografias e envio. Elas perguntam “onde compraste, onde mandaste fazer?”. Gostaram muito dos convites, foram originais porque não foram em papel, foram em tecido”, revela.
Há noivas que gostam de pôr mãos à obra, outras não. “Algumas gostam de fazer, outras não têm tempo ou paciência. Eu gosto de fazer tudo, mesmo os cones para o arroz com um verso de agradecimento dentro. É uma atenção”, refere.

Preços sobem em casamentos
Há partes mais complicadas, como a disponibilidade do padre, agrupar as pessoas nas mesas ou o próprio custo da boda. “É um investimento sem retorno. Gasta-se muito dinheiro por umas horas, é um exagero, pode chegar aos 50 mil euros”, diz Rui Santos. A fatia maior vai para a quinta mas pode pagar-se 2000 euros num fotógrafo conceituado por álbum e filme de casamento, 120 (bens adquiridos) ou 200 euros (comunhão geral de bens) na Conservatória pelo documento que oficializa a relação, as alianças podem ir até aos 900 euros, um pack de maquilhagem para noiva e outra pessoa à sua escolha são 100 euros e a animação é inacreditavelmente cara. “Uma cantora ou violinista leva 200 euros/hora. Uma solista na igreja leva 350 para cantar três/quatro músicas”, contam.
Por isso, há que fazer opções. No fotógrafo, escolheram um profissional que oferecesse um pacote mais acessível, o resto mandaram fazer, como as alianças. “Na missa, pedimos ao Grupo de Jovens de Argoncilhe. Eles cantam bem, músicas alegres, então porque hei-de ter lá um tenor de fraque?”, diz Sandra Silva. Mesmo o vestido, o símbolo máximo, não chegou à média dos 2000 euros. “Fui a uma loja e apaixonei-me pelo vestido que estava na montra, mas já estava vendido. Então, idealizei, pesquisei na Internet e vou mandar fazer o que vi com algumas alterações, como a manga mais comprida, por causa do tempo”, afirma. Só falta experimentar.
Outros aspectos não relacionados com a boda mas essenciais ao casamento não foram descurados. Realizaram o Curso de Preparação para o Matrimónio, com o Padre Pires, nos Passionistas, e adoraram. “Foi muito giro. Éramos 100 casais de pontos diversos do país que trocaram experiências, saberes. O Padre Pires agita pensamentos, não é como os outros padres, pensa fora da caixa. Foi muito útil”, comenta Sandra Silva. Depois do casamento, há a lua-de-mel, e o destino já está definido. “Vamos ser diferentes. Toda a gente vai para as Maldivas, México, República Dominicana, nós vamos para o que é português, para os Açores, fazer coisas que gostamos, de mochila às costas e sapatilhas”, diz a noiva.
Talvez o que faça realmente a diferença sejam as idades do casal. Rui Santos tem 45 anos, Sandra Silva 39. “Temos as ideias bem formadas. Não criamos grande ilusão à volta do casamento, sabemos o que queremos”, diz Sandra Silva. É preciso “ser prático” e não se deixar levar neste “grande comércio”. “Há balões com LED, limousine, autocolantes para a sola do sapato a dizer “I do” e “Me too”, cabide para pendurar a roupa com as iniciais dos noivos, robe a dizer “noiva”, há muita coisa”, enumera. Até já há “wedding planners” que “resolvem todas as questões”.
Mas Sandra Silva prefere manter o seu “cunho pessoal”. Afinal, o dia é dela. E é já daqui a umas semanas. 2 de Abril, casamento marcado e partilhado com as pessoas importantes. “Querem participar e que o dia seja diferente. As minhas amigas vão estar presentes, trazem a capa para passarmos por cima, algumas vêm da Serra da Estrela e da Madeira porque sabem e dizem “O dia da Sandra chegou”. É bonito, vêm partilhar a nossa felicidade”, termina Sandra Silva.

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