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Quatro (entre tantos) Símbolos de Natal

Estrela de Belém

A discussão acerca do percurso seguido pela Estrela de Belém tem suscitado amplos fascínio e debate em sessões realizadas em planetários, no mundo ocidental, na tentativa de se estabelecer associação do trajecto da Estrela natalícia a um fenómeno científico. Mas o pragmatismo cruel que a interpretação racional exige, na apreciação factual, não deixa grande margem de manobra para os crédulos, apesar de saber-se que – ao longo dos tempos – tem havido astrónomos a procurar estabelecer uma ligação através de alegados fenómenos estratosféricos envolvendo planetas como Júpiter e Vénus, cometas e até mesmo uma ‘supernova’. Os céticos não têm dúvida em apontar que o aparecimento da Estrela que guiou os Reis Magos a Belém, resume, ‘apenas’, a carga simbólica que ainda hoje perdura no imaginário cristão, em que se associa o corpo celeste a um sinal milagroso destinado a marcar o nascimento de Jesus, vulgarmente definido pelos teólogos como a “Profecia da Estrela”.

Presépio

Montagem cenográfica de grande efeito pictórico o Presépio é uma das tradições populares mais antigas e enraizadas em Portugal. Mais, ou menos elaborados, cada Presépio parece ter o condão de despertar arremedos de fantasia entre quem os constrói e os que os apreciam. Com a imaginação à solta, hoje é vulgar ver-se cenas do quotidiano moderno a harmonizar-se com outras tradicionais, pelo que um burro de barro, conduzido pelo moleiro, pela arreata, pode muito bem ‘circular’ numa auto-estrada ao lado de um comboio-foguete, exemplo entre outros do mais puro ‘kitch’… Mas em muitas aldeias do interior, a cenografia ainda é levada muito a sério.

Na Beira Baixa, por exemplo, ainda perdura o hábito de se montar o Presépio por finais de Novembro (no ‘Advento’) num canto da Igreja. Na parafernália figurativa, marcam presença os moleiros, que calcam as veredas ao lado de lavadeiras com o cesto da roupa à cabeça; as aguadeiras, que caminham à frente dos rafeiros; os pastores, precedendo seus rebanhos e transportando nos braços ternas ovelhinhas que irão ofertar ao Menino… Mas também há lugar para a instalação de coretos, onde músicos com fardas de estilo setecentista, exuberantes em seus dourados e galonas, vão interpretando a pauta. Alguns cenários não dispensam lagos com patos, flutuando, ou até fios de água corrente, ladeados de fatias de musgo pedrinhas e seixos do rio. Lá ao longe, – no ponto mais longínquo do Presépio, vêm os Reis Magos, calcorreando um caminho tortuoso ponteado por pontes e fontenários, a caminho de uma gruta (ou estábulo, conforme a inspiração do artista criador) onde já estão Maria, José, o burro, a vaca e as ovelhas, rodeando a manjedoura, mas em que ainda falta o Menino. E falta, graças à mestria com que o cenário vai sendo alterado ao longo de todo o mês de Dezembro, provocando um crescendo expectante através de uma intervenção singela: todos os dias as figuras são movimentadas, para simulando o caminho andado, de forma a fazê-las convergir harmoniosamente para o lugar do nascimento, a 24 e 25 de Dezembro. O ponto culminante está guardado para a chegada do Menino, à hora do começo da Missa do Galo, com o sequente corrupio para beijar os pés do ‘recém-nascido’ a marcar o clímax da quadra. No entanto, os perfeccionistas ainda guardam mais uma carta na manga, fazendo chegar os três ‘Reis Magos’ ao local apenas a 6 de Janeiro, último dia de exibição do Presépio…

 

O célebre Presépio da Cavalinho – amiúde referido como “o maior do mundo com figuras em movimento” – era espelho da interpretação-livre da figuração, em que figuras agachadas de defecantes, conviviam com pistas de combóis electricos e circunspectos ‘reis-magos’, numa demonstração inequívoca de que os limites residem na imaginação… Consumido, há meses por um incêndio que nada poupou, o gigantesco cenário que atraía multidões ao longo de todo o ano, introduzia um toque de implosão na representatividade cronológica e aleatória nos seus vários cenários, numa demonstração inequívoca do valor da intemporalidade da mensagem.

 

 

Pai Natal

O nascimento da lenda do Pai Natal dilui-se na memória dos tempos, mas hoje é comum datar-se o “aparecimento” da figura, no primeiro-quartel do século dezanove; e pacificamente aceite que a transformação no actual símbolo natalício, evoluiu na Alemanha (Santa Klaus) colhendo sérios contributos da tradição dos Países Baixos (Sinterklaas). Aliás, é do imaginário holandês que emerge a figura de um velhinho de longos cabelo e barba brancos, montando um cavalo ruço e vestindo uma ampla capa vermelha. Nos atavios, carrega um livro em que estão apontados os nomes de todas as crianças, com a indispensável anotação sobre se merecem – ou não! – os presentes pedidos, consoante tiver sido o seu comportamento ao longo do ano.

No entanto, a primeira imagem gráfica, consensual, da figura do Pai Natal, é da autoria de um tal Thomas Nast e foi editada pela primeira vez a 1 de Janeiro de 1881, numa publicação americana; mas o apuro da imagem, tal como a conhecemos hoje, acabou por ocorrer também nos USA, graças à utilização de ferramentas de puro “marketing”. Porque, se hoje as imagem e vestimenta daquela figura estão padronizadas num homem rechonchudo, folgazão, de barba e cabelos brancos, vestindo casaco e calças vermelhos com debruns brancos, tudo rematado com botas e cinturão pretos, deve-se… à Coca-Cola, que nos anos 30, na sequência da “grande depressão”, contratou Haddon Sundblom, um dos mais famosos ilustradores da época, para associar o personagem à marca.

Num ápice, (re)nascia a figura que hoje conhecemos: rechonchuda, bonacheirona e colorida, vestindo trajes espalhafatosos de cor vermelha debruados a branco e… segurando uma Coca-Cola na mão. O sucesso da campanha publicitária foi tão grande, que ainda hoje aquela marca de refrigerantes recorre à imagética do Pai Natal para ilustrar as suas campanhas de Natal.

A imagem está hoje tão generalizada e reconhecida à escala global, que, mesmo entre nós, a figura pede messas ao nosso “Menino Jesus”, num processo de aculturação que não se compadece com as tradições mais enraizadas…

 

 

 

Árvore de Natal

 

Dado como adquirido que a árvore de Natal é originária do norte da Europa, associa-se o início da tradição a algures no XVI, sabendo-se que o hábito começou a difundir-se noutros países europeus e nos USA a partir do século XIX.

Entre nós e até ao fim do primeiro quartel do século XIX, a figuração do Presépio marcava predominantemente o imaginário natalício, com o Menino Jesus como figura central. Mas com o casamento da rainha D. Maria II com o teutónico D. Fernando (mais, tarde, II), a família real começou a adoptar um estilo de celebração idêntico aos costumes do norte da Europa, de onde D. Fernando era oriundo.

A história registou que o ‘Rei-Artista’ trouxe com ele o hábito de montar no interior do palácio um pinheiro, que depois decorava exuberantemente e em cuja base colocava os presentes que ele próprio se encarregaria de distribuir, vestido de ‘Santa Klaus’ (ver ‘Pai Natal’) .

O fenómeno foi de imediato replicado pelas elites portuguesas, acabando por chegar naturalmente às famílias burguesas; mas a generalização do costume, junto da população, esperaria ainda mais de um século, para o que acabaria por contribuir decisivamente o aparecimento da Televisão entre nós (1957). Estava-se já nos anos 60, em pleno ‘boom’ da produção em massa (e para as massas) e a fúria economicista começava a fazer valer os seus argumentos, obliterando usos, costumes e tradições. Acabara o advento da ‘Era do Plástico’ e o Menino Jesus perdia terreno face aos ventos de mudança, tal como as filhós cediam perante o avanço do bolo-rei…

Com a parafernália de bolas coloridas, fitas e adornos rutilantes, a Árvore de Natal é hoje, muito provavelmente, o mais generalizado símbolo natalício. Talvez porque na sua alegoria esteja presente a ‘democratização’ simbólica, já que se adapta perfeitamente ao espírito da quadra, independentemente da orientação religiosa (ou ausência dela) de cada família.

 

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