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A rotina matinal de uma estudante da Eb2,3 Fernando Pessoa

Todos os caminhos vão dar à escola

Os alunos dos 8º ano de escolaridade da EB2,3 Fernando Pessoa, em Santa Maria da Feira, visitaram, na última terça-feira, a redacção do Correio da Feira. Centenas de alunos ficaram a conhecer a história do jornal mais antigo do Concelho e, colocando-se na pela de um jornalista, entregaram uma reportagem sobre as viagens que, todos os dias, fazem de suas casas para a escola. O resultado é agora publuicado nesta página.

 

O começo de cada dia é uma coisa simples e banal, está nas nossas rotinas, no modo automático. No entanto, se olharmos com atenção, vemos a azáfama de cada dia, em cada pessoa, logo pela manhã: é o carro à frente que não anda, são os peões que atravessam sem ser nas passadeiras, são os minutos que parecem passar muito mais depressa. Estes, entre outros, são os problemas de todos os alunos que, todas as manhãs, se dirigem para a escola. As suas rotinas matinais, consumidoras de todos os minutos, que sempre vão dar, não a Roma, e sim à escola.

São oito horas da manhã e o despertador toca. Tenho exatamente trinta minutos para me levantar, vestir, arranjar, tomar o pequeno-almoço e chegar à escola. O relógio não para a sua marcha e todos os minutos contam. Para muitos o dia começou ainda mais cedo, mas mais uns minutos de sono, é um dos privilégios de quem vive perto do local de estudo.

Depois da correria habitual para estar pronta a tempo, saio de casa para um novo dia. Vou de carro com os meus pais. O barulho rangente do portão da garagem é o mesmo desde que sou pequena. É tão familiar que o reconheceria em qualquer lado. Faz parte da rotina. Tal como eu, muitos outros alunos também estão a sair de casa. É o caso da minha vizinha do primeiro andar, que todos os dias vejo, dentro do carro com os seus pais, mochila já às costas, a acenar-me como forma de cumprimento. Fazemos parte da rotina uma da outra.

Mal o portão fecha, com o seu barulho estrondoso atrás de nós, o meu pai faz o mesmo gesto automático e desliga o rádio. A este silêncio, todos nos benzemos. É hora de rezar. Rezamos em conjunto, concentrados no que estamos a dizer. Naturalmente, há movimento lá fora, mas nestes minutos não presto atenção ao mundo para lá das portas do carro. Assim que terminamos, com o gesto final de bênção, o rádio volta a ser ligado e a minha atenção volta a concentra-se no mundo exterior.

Durante este percurso, com a curta duração de cerca de sete minutos, existem duas paragens, ambas com o mesmo propósito: ir buscar dois amigos que vão comigo para a escola.

A Bia já está cá fora, sentada à nossa espera. Assim que o carro vira a esquina da rua onde ela mora, vejo-a a levantar-se. O meu pai para o carro sempre no mesmo local: mesmo em frente à porta do prédio. O som do abrir da porta, um familiar “Bom dia!” antes de a porta voltar a fechar e o carro arrancar de novo.

Já só falta o João, que vive numa rua muito movimentada. A viagem até sua casa exige muitas paragens no trânsito para deixar passar os peões, normalmente outros alunos a caminho das suas aulas, nas passadeiras. O João espera por nós sempre no mesmo sítio, ainda dentro do seu prédio. “Bom dia! Obrigado por me levar!”, diz assim que entra no carro.

Continuamos a nossa viagem. Uns metros à frente, surge um cheiro muito familiar a pão. Vem de uma padaria, que a essa hora já tem as portas abertas para os primeiros clientes.

Neste ponto do percurso, com a aproximação à escola, o trânsito é cada vez mais intenso e alguns pais fazem um desvio para os filhos não chegarem atrasados. Avançamos mais um pouco no trânsito e acabamos por sair do carro numa rua lateral à escola. Só assim conseguimos chegar a horas. Muitos outros alunos fazem o mesmo.

Percorremos os metros finais até à escola e encontramos sempre amigos pelo caminho. Vamos a conversar e a rir até ao portão de entrada, onde a confusão é ainda maior, com alunos e professores a entrar no recinto escolar e vários carros a bloquear a rua de acesso à escola. Ao longe, vejo sempre os autocarros, com o barulho alto dos seus motores, a deixar os alunos que transportam na paragem. Entramos na escola, prontos para mais um dia.

 

Teresa Ribas N°25 — 8°B

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