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Opinião

Há a necessidade de uma nova relação entre política e a população em geral

Na medida em que os partidos políticos não foram ainda capazes de estabelecer esse novo “modus vivendi” com quem é suposto representarem – porque, no essencial, não lhes interessará abdicarem do estatuto de poder que conseguiram agregar durante os últimos 39 anos – assiste-se a uma campanha política cautelosa, evasiva, uma vez que da parte dos partidos instalou-se uma dúvida existencial sobre como projectar um discurso junto de uma população desconfiada dos propósitos de quem se sujeita ao escrutínio popular…

Essa fraqueza e hesitação partidária demonstra a enorme debilidade da nossa democracia.

O sistema político-partidário encerrou a vitalidade democrática num conjunto encomendado de chavões, de frases e propósitos que nunca quebram a campânula do politicamente correcto e cuja bondade é seriamente posta em dúvida por uma grande maioria… Esse descrédito passa, inclusivamente (e não falo apenas no concelho de santa maria da feira) pelo facto de serem os próprios partidos políticos que omitem, por exemplo, as cores e os símbolos partidários que os identificam (e que marcam o seu percurso histórico) tornando-os difusos ou ausentes, como se a proveniência daquilo que apresentam junto do eleitorado como políticas, não quisesse ser identificado como tal… Essa atitude generalizada pelo país, apenas aprofunda um sentido de orfandade junto de quem quer ser politicamente representado por ideias claras acerca do seu futuro e não apenas por fulano A ou B.

Não havendo propósitos/projectos efectivos para o futuro do país e do concelho (não havendo ideologia) dificilmente poderão haver POLÍTICOS. Esta míngua sobre a coisa pública, sobre o destino a dar ao que é nosso e que diz respeito a todos (e que haveria de ser objecto de mais debate do que campanha!), essa míngua protagonizada pelos próprios detentores do poder político é veículo por onde mais facilmente pode passar a correr a ideia de não haver outra coisa senão interesses de grupo, ou individualizados, por muito infundada que seja essa percepção.

Tudo isto devem ser factores que nos devem alertar para a debilidade democrática que atravessamos e para o facto de, para podermos ser melhor servidos, se tornar de igual modo importante a nossa participação política/cívica (e há sinais claros por parte da sociedade civil no sentido de evoluir para uma representação menos institucionalizada e menos assente em partidos políticos convencionais). Historicamente não há nada que melhor defenda valores como a liberdade, a tolerância, a representação política nacional e local, do que uma sociedade capaz de projectar nas suas instâncias representativas uma diversidade de opinião, um pragmatismo político bem ciente do caminho a percorrer e uma tolerância positiva para com outras abordagens meritórias, protagonizadas por quem não venha a ser poder. Este seria o propósito de um sistema político-partidário amadurecido e vigoroso, cujo sentido se perdeu, algures, entre a ilusão de um projecto constitucional de inspiração estatizante e a avidez política pelos interesses e lugares que o mesmo oferecia.

Aquilo que se vem acentuando hoje (e que a campanha autárquica não será estranha) é o aprofundamento das linhas divisórias entre partidos políticos, que torna muitas vezes irreal a discussão pública dos problemas que enfrentamos, como se vivêssemos em países ou concelhos diferentes. Esse desenfoque prejudica-nos a todos, todos os dias. Porque subalterniza as preocupações fundamentais de todos, a questões de simples semântica.

Importa um espaço para a cura, uma profilaxia. E o remédio tem que ser prescrito por todos nós enquanto cidadãos participativos.

Isso não acontecendo, dificilmente serão os partidos políticos a encontrar resposta, pois todos eles se encontram reféns de uma lógica interna que lhes passou a ser própria e que cada vez menos tem correspondência com aquilo que possam ser os anseios de toda uma população. Daí o seu protaganismo envergonhado de hoje, o seu taticismo, o seu receio na discussão franca de projectos (que implica, igualmente, uma reflexão sobre erros) de onde resulta que a nossa expectatva enquanto votantes poderá apenas ser avaliar a maior ou menor criatividade de slogans, juramentando a benevolência dos propósitos e o mérito salvífico do candidato – propaganda e corações de ouro.

Reparei recentemente que num deles se faz alusão à história. Essa mesma referência será aqui considerada no seu sentido mais científico: o dos factos relativos ao passado. A campanha política que decorre no concelho, continua a fazer história: aquilo que foi feito por uns, aquilo que os mesmos não lograram ou não quiseram fazer… Contudo e independentemente do grau de predação/recriminação com que o façam, para o cidadão comum residente e votante em Santa Maria da Feira, tudo corresponde a uma contínua soma de pretéritos.

Hoje, o importante é o futuro.

Que até 29 Setembro haja mais vislumbre sobre o que pretendemos ser enquanto concelho daqui a dez, vinte anos. Haja clareza nas propostas de todos, e uma ideia muito definida de onde partimos. Há um destino que tem de ser comum a todos aqueles que residem em Santa Maria da Feira: a prosperidade económica e social. Esse mesmo facto deveria ser, por si mesmo, suficiente para uma maior clareza e franqueza no debate político.

Uma batalha de fotografias e outdoors de nada nos serve.

O que é preciso é devolver a ESPERANÇA.

 

António Júlio de Castro Alves Moreira

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