Situação do CD Arrifanense acende debate

Inquisição versus facilitismo

Margarida Gariso questionou o executivo permanente sobre as dívidas do Clube Desportivo Arrifanense, incitando a Autarquia a submeter as facturas ao Ministério Público para averiguação, mas Emídio Sousa não concordou, apelando a que se pense nas crianças que precisam do clube para a prática desportiva. A discussão subiu de tom e os autarcas envolveram-se numa troca de galhardetes que roçou a ofensa pessoal.

 

“Vi com bastante preocupação que o Clube Desportivo Arrifanense tinha o relvado sintético a correr o risco de ser penhorado pela empresa que o terá construído”, disse Margarida Gariso, afirmando que “segundo o contrato-programa de 2015, o clube beneficiou de um apoio camarário correspondente a 50% do valor do custo total da obra, ou seja, 74 mil euros”. “O Arrifanense apresentou factura-recibo, com a garantia que tinha o restante valor, mas o que foi apresentado não corresponde à realidade. O documento não é verdadeiro senão a empresa não penhoraria o relvado. A Câmara já participou ao Ministério Público os falsos documentos e declarações?”, perguntou.

Faça a sua assinatura e leia os artigos na integra