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(do alegado) Direito de Resposta

Exmo. Sr. Diretor do Jornal
“Correio da Feira”
Na sequência da entrevista publicada no vosso último exemplar onde há vários erros editoriais, em meu nome, da Companhia Persona, bem como das entidades, parceiros e apoios que por isso foram afetados, ao abrigo da Lei da Imprensa (…)CAPÍTULO V / Do direitos à informação / SECÇÃO I / Direitos de resposta e de rectificação ), venho por esta forma solicitar:
A publicação do texto que envio em anexo, sob o título “Os limites da Interpretação (ou da Comunicação)”. A retificação, pela redação, dos dados omitidos ou erróneos, nomeadamente:
1. Esta entrevista foi solicitada à pessoa Lígia Lebreiro, na qualidade de Diretora Artística da Companhia Persona.
Resposta (CF): Por uma questão de ordem prática, refira-se que o objectivo do trabalho jornalístico visava a Companhia Persona, enquanto instituição, e não a sua Directora ou qualquer outro elemento, individualmente.
2. O meu nome é Lígia Lebreiro e não Lígia Cabreiro.
CF: É verdade. E pelo lapso, apresentamos o nosso sincero pedido de desculpas a Lígia Lebreiro (LL) e aos Leitores. Trata-se de um erro só explicável por o jovem Estagiário não ser natural deste Concelho, nem sequer aqui viver, estando apenas agora a começar a tomar contacto com as realidades locais. Pretender ver aqui um “maltrato prejudicial” é bem capaz de prefigurar ofensa a quem – tendo igualmente extraído o sobrenome de fautor em espécie da fauna – tenha de sobrenome Cabreiro. Ou assim a modos que Silva por Silveira…
3. O projeto VERTICO é uma co-produção entre a Companhia Persona, a companhia Décadas de Sonho e o Festival Imaginarius, realizada com o apoio da DGArtes.
CF: Em caso algum cabe ao interlocutor do Jornalista o enquadramento e/ou inclusão/menção/tratamento de pormenor, ou quem (ou o que) deve, ou não, ser mencionado numa peça jornalística. Algo que poderá ser confirmado numa qualquer edição completa da “Lei de Imprensa”. A divulgação de informação condicionada encontra-se regulamentada pela mesma Lei e implica pagamento de espaço editado.
4. Nunca foi referido que o elenco da Companhia Persona se resume a 2 pessoas, mas sim dirigida artisticamente por 2 pessoas, neste caso, Lígia Lebreiro e Simão Valinho que integram a sua estrutura permanente e que o núcleo duro da estrutura tem vindo a ser mais reduzido, ao longo de vários anos devido às alterações na realidade cultural local e nacional.
CF: É grave esta afirmação de LL, porquanto é contrariada pelo que se pode ouvir na gravação da recolha de dados para a elaboração da peça jornalística: “(…) A Companhia, perguntas-me quantos elementos tem… Efectivos, nós, neste momento somos só duas pessoas, ou seja a Direcção Artística” (…) Lígia Lebreiro dixit.
5. A Companhia Persona não se dedica apenas a projetos artísticos, menosprezando os comerciais. O que foi dito é que, não podendo viver apenas destes projetos: todos nós, artistas e companhias, temos que manter projetos paralelos que providenciem a subsistência económica, independentemente de serem ou não “mais comerciais”.
CF: Falsa questão. Mais uma vez, o que está na gravação (e no Jornal), não é o que LL agora vem dizer. Percebe-se a preocupação de LL, em relação aos seus parceiros e financiadores, mas esta “rectificação” não rectifica coisa nenhuma, nada acrescenta e nada desdiz do que se publicou.
Em suma: como se pode constatar, só o ponto 2 do alegado “Direito de Resposta” mereceria acolhimento à luz da Lei, e ainda assim, como “direito de rectificação”, o que, aliás, assiste a 100% à cidadã e à artista Lígia Lebreiro.

 

Nota do Director

Apesar de, quer na forma expressa, quer no foco contestatório, o exercício do “Direito de Resposta” solicitado se apresentar seriamente comprometido, ou mesmo inexistente, no seu lato direito (como acima se mostra), a Direcção do “Correio da Feira” (‘CF’) entendeu, por cortesia, conceder espaço editorial à Directora Artística da Companhia ‘Persona’, Lígia Lebreiro (LL). Estou certo de que bastará a leitura atenta dos textos para – à parte a lamentável troca de (sobre)nome de LL, que em apoio se explica – se entender objectivo subjacente a tão virulenta e desproporcionada reacção.

OM

 

Os Limites da Interpretação (ou da Comunicação)

OPINIÃO No meu percurso profissional e artístico, intimamente ligado à minha experiencia pedagógica, familiar e social, sempre privilegiei a experiência como forma de promover o conhecimento.
Isto dito, não quer dizer que a experiência deva ser promovida de forma descontextualizada e sem qualquer apoio, principalmente no que se refere a jovens que tentam fazer a sua aprendizagem numa qualquer área profissional.
Compreendo que, para um jornal local, recorrer a jovens recém-formados (ou até mesmo amadores) para produzir conteúdos possa ser uma forma de economia; mas também poderá ser uma forma de promover a experiência que estes mesmos jovens terão mais dificuldade em ter acesso noutras plataformas mais competitivas… de qualquer forma, independentemente das melhores intenções que possam existir, a responsabilidade última da informação produzida é do próprio jornal.
Essa responsabilidade é também de preparação, formação e tutoria desses mesmos jovens.
Quando a área de que falamos é a comunicação social, todos os cuidados devem ser redobrados. O tratamento que se faz da informação recebida carece de uma correta interpretação e contextualização e, sobretudo, do cuidado de não omissão.
No que me diz respeito, e porque nunca neguei a oportunidade a jovens de fazerem a sua aprendizagem, sempre aceitei os convites desse jornal para conceder entrevistas, confiando que todos esses cuidados estariam salvaguardados pela direção da redação.
Após algumas experiências estranhas em que me são enviados jovens jornalistas para me fazerem entrevistas a quem nem sequer se exige que saibam o nome de quem vêm entrevistar ou que pura e simplesmente desconhecem o assunto sobre o devem escrever, enfim… apenas posso lamentar que, enquanto matéria jornalística, a minha vida, a minha pessoa e os meus projetos e parceiros sejam os únicos maltratados: o jornal ganha o conteúdo, o jovem em causa faz currículo e tudo segue o seu caminho, com um único prejuízo – o de quem se expõe e daquilo que se expõe.
Por isso, não vou pedir desculpa a todas as pessoas, instituições e parceiros que não foram mencionados na última entrevista que foi publicada nesse jornal. Também não vou pedir desculpa à LÍGIA CABREIRO que, aparentemente, foi quem deu a entrevista…
Vou pedir desculpa aos jovens que me vieram entrevistar por, simplesmente, ter aceite o seu convite. A minha cortesia fez um mau serviço a todos…
… E é por isso, que decidi nunca mais aceitar ser entrevistada por alguém a quem nem sequer se pede que faça os seus trabalhos de casa.
Uma última nota: Infelizmente, ultimamente, isto não é exclusivo do vosso jornal. O que me deixa a questão: o que é que se está a lecionar no ensino superior de Comunicação Social deste país?

Lígia Lebreiro
(Diretora Artística
da Companhia Persona)

 

Os Limites da Paciência

RÉPLICA Começo por uma declaração de interesse pessoal: sou um admirador sincero da artista Lígia Lebreiro (LL), principalmente pela coragem que ao longo dos anos tem demonstrado na teima de “fazer acontecer” manifestações de arte, num Concelho que, por tendência, expurga os seus (excepto os bem-comportados; e, de preferência, os politicamente correctos. Porque, é deles o ‘reino dos céus’).
Desnecessariamente (porque obviamente desconhece a prática deste Jornal) LL invoca  um direito de resposta que na verdade, não se enquadra no “CAPÍTULO V / Do direitos à informação / SECÇÃO I / Direitos de resposta e de rectificação” da Lei de Imprensa.
Pela minha parte, daria por sanado o (não)assunto, com a publicação cortês dos textos recebidos, e pela demonstração de que, ao caso, só na correcção onomástica a razão assiste a LL. Mas, confesso, é a contundência gratuita que LL emprega no seu (alegado) direito de resposta que não me deixa margem para outro tom na réplica (que, obviamente, merece), senão o que se segue:
É deplorável o tom bacoco e, pior, maniqueísta com que LL avalia os “jornais locais” e enquadra a participação de Estagiários. Bacoco, pelo estilo condescendente do “aconselhamento”; e maniqueísta porque LL parece lobrigar diferenças “de classe” entre órgãos de Comunicação Social. Talvez porque LL não saiba – nem tal se lhe pede – que o Director do ‘Correio da Feira’ é regido pela mesma Lei e condicionado pelo mesmo Código Deontológico que o Director do ‘Expresso’, por exemplo. Mas pode LL ficar descansada: no ‘CF’ não avaliaremos pela sua bitola as Companhias de Teatro.
Sem me deter na confusão que LL faz do conceito da não-omissão – natural, em quem fala do que não sabe – mas registando a graça concedida de cada vez que LL tem “acedido” a falar a “este jornal”, não posso deixar de lamentar o umbiguismo latente na escrita de LL que, a pretexto de uma troca de sobrenome, diaboliza o ‘CF’, o Estagiário e a Direcção, na tentativa de responsabilização de algo cujo ónus (tal como o bónus) lhe cabe inteiramente. É LL que tem (se tiver) de responder sobre os seus projetos e aos seus parceiros e financiadores. O conteúdo que, no dizer de LL, alegadamente o Jornal “ganhou” (?!…), afigura-se agora de importância bem menor que a expectativa promocional que LL lhe atribuiu.
Por isso, vou pedir desculpa a Lígia Lebreiro por não poder aceitar estas suas críticas, e muito menos as razões apresentadas. Vou pedir desculpa aos jovens que de boa-fé foram ‘(re)Descobrir’ uma instituição que respeitávamos e iremos continuar a respeitar, principalmente porque deveriam ter sido (mais uma vez) avisados dos perigos de recolher afirmações de quem por vezes não diz o que devia e noutras, nega o que não deveria. E dizer-lhes que, ao fim de 44 anos de profissão com-papel-passado, ainda não consegui encontrar uma explicação aceitável para continuar a pagar para trabalhar para quem me cobra quando trabalha.
Não vou pedir desculpa pela cortesia com que o “Correio da Feira” distinguiu e distingue a Companhia ‘Persona’. E mesmo respeitando os jovens Estagiários  que todos os dias desaguam na confrontação com um mundo-cão, não posso prometer-lhes que nunca mais serão enviados a entrevistar gente que com o mesmo à-vontade dá o dito por não dito (e o seu contrário). É a vida…
Orlando Macedo,
director do Correio da Feira

 

ESCLARECIMENTO Para contextualizar, foi-me incumbido pela Redacção realizar um trabalho no âmbito da Secção ‘(re)Descobrir’ cujo conceito consiste em destacar a actividade de instituições do Concelho (neste caso, a Companhia de Teatro Persona).
Em primeiro lugar, quero expressar o meu sincero pedido de desculpa a Lígia Lebreiro, directora artística da Companhia de Teatro Persona, por me ter equivocado no seu sobrenome.
Lígia Lebreiro acusa-me de não saber o seu nome. Com toda a razão; por lapso meu, confundi Lebreiro com Cabreiro. Mas no meio de tanta acusação vasta, no seu Direito de Resposta e Rectificação… não identifica os meus supostos erros. Desafio-a e fazê-lo pois estou e estarei sempre disponível para ouvir críticas. Todos aprendemos – por muito pouco que seja – uns com os outros.
Não existe, como nunca existiu, nem nunca existirá da minha parte qualquer tentativa de prejudicar seja quem for.
Se há algo que aprendemos no nosso percurso lectivo é que um jornalista tem de ser imparcial. É o que tento sempre fazer. Estou em fase de aprendizagem mas essa fase é contínua e infindável para todos nós. No CF todos são devidamente formados e creditados e eu para lá caminho.

Marcelo Brito, jornalista Estagiário do Correio da Feira, licenciado em Comunicação Social

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